
o humorista angolano Gilmário Vemba criticou a cultura do cancelamento e as limitações impostas ao humor nas redes sociais, afirmando que saiu de uma “ditadura em Angola” para enfrentar uma nova forma de repressão.
Vemba destacou que as redes sociais se transformaram num espaço de forte vigilância e julgamento público, onde qualquer opinião pode gerar reações extremas. “Eu saí de uma ditadura em Angola para experimentar outra, mas agora nas redes sociais”, afirmou o artista.
o humorista defendeu a importância do humor numa sociedade democrática, considerando-o uma ferramenta essencial para questionar realidades, provocar reflexão e promover diálogo. “Rir de temas sensíveis não deve ser encarado como ofensa automática, mas como parte do exercício crítico da arte”, disse.
Vemba sublinhou o receio crescente do cancelamento, fenómeno que, na sua visão, limita o debate aberto e o exercício da liberdade de expressão. Ele acredita que o humor é uma forma de crítica social e que deve ser protegido.
para Vemba, o humor é uma ferramenta poderosa para questionar a realidade e promover o diálogo. Ele defende que o humor deve ser usado para criticar e refletir sobre a sociedade, sem medo de represálias ou julgamentos.
Via: Angorussia
Por: Joel Capembe



