
A influenciadora digital mostrou-se perplexa com as “caçadoras” que terão feito dívidas para se hospedarem no Hotel de Convenções de Talatona, na esperança de encontrarem o astro argentino, classificando o comportamento como “vergonhoso”.
Num desabafo nas redes sociais que rapidamente se tornou viral, a criadora de conteúdos Filipa António criticou duramente o comportamento de algumas mulheres que assistiram ao jogo entre Angola e Argentina no Estádio 11 de Novembro. Num vídeo partilhado no seu perfil do Instagram, a influenciadora revelou que várias adeptas se endividaram para reservar quartos no mesmo hotel onde estava hospedada a equipa argentina, especificamente no HCTA (Hotel de Convenções de Talatona).
“Fizeram kilapi [dívidas] para se hospedarem no hotel, mesmo sem dinheiro e sem objetivo”, afirmou Filipa, acrescentando que os quartos “ficaram cheios de mulheres na esperança de se cruzarem com Messi”. A influenciadora foi ainda mais longe ao questionar a lógica por trás destas ações: “As caçadoras pensaram que o Messi, depois de sair do campo, iria para uma área reservada? Não, esses jogadores têm o sobrenome ‘trabalho'”.
Filipa António não poupou críticas ao descrever o ambiente no estádio durante o amistoso, afirmando que “o campo até tinha mais meninas do que meninos” e que muitas delas “não entendem de penálti, mas estavam todas lá firmes e fortes”. A criadora de conteúdos encerrou o seu desabafo com um conselho direto: “Parem de caçar. Messi não gosta destas coisas, ele gosta da mulher dele, magra, que consegue carregar no colo”. As declarações têm gerado intenso debate nas redes sociais, dividindo opiniões entre os que concordam com o posicionamento da influenciadora e os que defendem a liberdade de escolha das adeptas.
Por: Joel Capembe




Falaste bm a verdade andam a caçar marido das outras tipo que esses jogadores têm tempo pra fracassadas de pensamento é que financeiramente não conseguem pagar as suas próprias coisas sem depender de várias pessoas pra te ajudas
O meu conselho vai trabalham, leias mais sofre educação financeira e inpreendem.