
A m0rte do jovem kudurista Germias Ekundi Tchucúlia, conhecido como “Mano Chaba”, ocorrida por afogamento a 21 de Janeiro de 2025, na Ilha de Luanda, continua a gerar dúvidas entre os familiares. Diante das suspeitas em torno das circunstâncias do caso, a família decidiu avançar com um processo-crime no Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Luanda contra dois amigos do artista, identificados como Jaime e Ailé.
Em declarações ao jornal Na Mira do Crime, Ana Bela Nachilombo, mãe do músico, afirmou que a família estranhou a postura dos amigos após a morte. Segundo explicou, eles não estiveram presentes durante o óbito nem mantiveram contacto com os familiares depois do funeral. Dois meses mais tarde, houve um encontro num restaurante em Viana para tratar dos bens deixados pelo artista, momento em que, segundo a mãe, as explicações dadas pelos amigos levantaram ainda mais suspeitas.

A família afirma que o músico possuía vários bens, mas os amigos teriam vendido parte deles e apresentado apenas 70 mil kwanzas, valor que foi recusado. Os familiares pediram a devolução de objectos pessoais como o telemóvel, computador e outros equipamentos, mas dizem que até agora não receberam nada. A mãe acrescentou ainda que o cantor Deezy poderá ser incluído no processo por questões relacionadas com os direitos autorais das músicas do artista.
Fonte: Na Mira do Crime
Por: António Tchiyambo



